Da Vinci apresenta Leonardo no primeiro dia do SAP Fórum Brasil

Com as boas-vindas do gênio renascentista Leonardo da Vinci em forma de holograma, o SAP Fórum Brasil 2017 – realizado no Expo Center Transamérica, em São Paulo, nos dias 12 e 13 de setembro -, veio mostrar como a Economia Digital já está oferecendo inúmeras novas oportunidades e como este cenário está impactando os diversos setores da sociedade e redefinindo processos dentro das organizações. Tecnologias recentes como Big Data, Machine Learning, IoT (Internet das Coisas), Blockchain e Inteligência Artificial estão alavancando a inovação e revolucionando a forma de fazer negócios de grandes, médias e pequenas empresas. E quem não abrir o olho vai perder o bonde da história.

O carro-chefe e maior aposta da gigante de software alemã para potencializar o uso de dados pelas empresas é o Leonardo Digital Innovation System, ou simplesmente SAP Leonardo, apresentado em maio passado durante o Sapphire Now, em Orlando. A estrela do evento é uma plataforma na nuvem através da qual os clientes integram suas aplicações com as tecnologias mais recentes. “Leonardo é onde acreditamos que está o futuro da SAP, e a corrida do momento é como conseguir vantagens competitivas e pegar insights baseados nos dados disponíveis nas empresas”, revelou Jennifer Morgan, membro do conselho executivo e responsável pelas operações globais de clientes SAP durante a palestra de abertura, em bate-papo com a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka.

Em seguida, a presidente do SAP Leonardo Mala Anand chamou a atenção para o fato de que apenas 5% das organizações estão usando todo o seu potencial de dados. Por isso, a primeira meta para o Brasil é somar de entre 100 e 150 clientes utilizando Leonardo até maio de 2018. De acordo com a executiva, as primeiras impressões dos clientes brasileiros são positivas, com dezenas de soluções já implementadas, em comparação ao único projeto divulgado na fase embrionária, com a fabricante de máquinas e equipamentos agrícolas Stara. A fabricante e a SAP se uniram para desenvolver o projeto Aquarius, que utiliza IoT e permite ao agricultor monitorar online e em tempo real os processos de plantios (como quantidade de sementes), preparo, adubação e correção do solo, pulverização e colheita. “Nos próximos 10 anos, machine learning será o esqueleto da nossa inovação”, concluiu.

Cristina Palmaka voltou ao palco para conversar com Nicolas Simone, do Grupo Boticário, e Diego Feldberg, da Cielo, que revelaram como estão reimaginando os negócios na Economia Digital. “Estávamos acostumados com um mercado em que nós seguíamos o nosso ritmo, mas hoje temos que seguir o ritmo do cliente”, destacou Feldberg. Para Simone, é preciso uma mudança de pensamento dos gestores. “Grandes organizações devem ter um pensamento de startups para continuar crescendo”, avisou. A palestra de abertura do evento trouxe ainda o ator Gabriel Braga Nunes, que provocou os presentes inspirado em da Vinci: “Antigamente, pensar à frente de seu tempo poderia ser uma sentença de morte. Hoje, não pensar no futuro certamente é”.

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Jornalista, músico, fotógrafo, marido de Isabela, pai de Arthur, fã dos Beatles e do Iron Maiden. Geek e cinéfilo, também é viciado em seriados e games. Nas horas vagas, pode ser encontrado gravando no homestudio, mexendo na moto, cozinhando ou desmontando algum equipamento eletrônico.

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